Trump diz que ações de Flynn durante transição presidencial foram legais

Trump diz que ações de Flynn durante transição presidencial foram legais

A notícia de que o ex-conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca Michael Flynn pretende depor contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no âmbito da investigação da suposta interferência do governo russo na eleição presidencial americana fez com que as apostas para o impeachment de Trump saltasse nas últimas horas, de acordo com o site de apostas PredictIt. Ao comentar a confissão de Flynn ao FBI, o presidente tentou justificar a demissão afirmando, no Twitter, que demitira Flynn porque o general "mentiu ao vice-presidente e ao FBI" sobre seus contatos com autoridades russas.

O presidente americano, Donald Trump, insistiu neste sábado que não houve nenhum conluio entre sua equipe de campanha e a Rússia durante a disputa pela Casa Branca, no ano passado.

Flynn enfrenta até cinco anos de cadeia por ter prestado falsas declarações ao FBI sobre contactos que manteve no final de 2016 com o então embaixador russo em Washington, Sergey Kislyak. "Nada sobre a admissão de culpa ou a acusação envolve ninguém além do senhor".

No seu próprio tweet, Trump parece admitir que sabia que o general teria mentido ao FBI antes de o despedir, contradizendo a sua própria versão dos acontecimentos.

Ex-conselheiro de Segurança de Trump mentiu sobre ligação com a Rússia

Flynn, um ex-diretor da Agência de Inteligência da Defesa, ocupou sua posição como conselheiro de Segurança Nacional de Trump por apenas 24 dias. Com a publicação na rede social, Trump indicou, talvez por acidente, que estava ciente de que Flynn cometera perjúrio em seu testemunho à polícia federal americana. É triste porque suas ações durante a transição foram legais.

Peter Strzok foi retirado da equipe assim que as acusações foram feitas, disse Peter Carr, porta-voz do chefe do inquérito, Robert Mueller.

"Não, não estou", desconversou Trump, ao ser questionado pela imprensa.

Strzok também estava na investigação contra Hillary Clinton sobre o uso de e-mails pessoais enquanto ela era secretária de Estado.

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