Indústria brasileira cresce 5,3% em outubro e tem melhor resultado desde 2013

Indústria brasileira cresce 5,3% em outubro e tem melhor resultado desde 2013

Este foi o segundo resultado positivo seguido, acumulando ganho de 0,6% em dois meses. Na série sem ajuste sazonal e em comparação ao mesmo período do ano passado, a indústria cresceu 5,3% - taxa mais elevada desde os 9,8% de abril de 2013. Após a divulgação do PIB no terceiro trimestre, muitos economistas revisaram suas previsões para o crescimento da economia este ano e muitos já estimam uma expansão acima de 1%. Com esse desempenho, no ano, a indústria acumula alta de 1,9%, e, em 12 meses, registra avanço de 1,50%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo para o acumulado dos últimos doze meses e o mais elevado desde os 2,1% de março de 2014. As principais influências positivas foram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,3%) e bebidas (4,8%), ambos revertendo os resultados negativos registrados no mês anterior: -19,7% e -0,7%, respectivamente.

Os setores que puxaram o indicador para cima foram os ramos farmacêutico, de bebidas, vestuário, metalurgia e máquinas e equipamentos.

Entre os nove ramos que tiveram resultados negativos, produtos alimentícios, com queda de 5,7%, teve o maior impacto sobre o resultado geral da indústria.

Apesar da irregularidade na produção industrial desde 2016, a economia japonesa cresceu a um ritmo anual de 1,4% no trimestre julho-setembro, marcando sua maior tendência de crescimento em 16 anos, ajudada por uma demanda global mais forte, a economia japonesa.

Em outubro de 2017, a produção industrial nacional teve acréscimo de 0,2% frente a setembro, na série com ajuste sazonal.

Na comparação com 2016, todas as quatro grandes categorias já estão no campo positivo. Ele acrescenta que todos as grandes categorias econômicas mostram predominância de taxas positivas.

O aumento na fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (27,4%) exerceu a maior influência positiva sobre a média da indústria, impulsionada por automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques, caminhões, veículos para transporte de mercadorias e autopeças.

Já entre as oito atividades que registraram redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com baixa de 5,1%, assinalou a maior contribuição negativa no total da indústria. Mas a história deste ano é bem diferente.

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