Previsão do salário mínimo de 2018 diminui para R$ 965

Previsão do salário mínimo de 2018 diminui para R$ 965

"Essa não é a cifra que está sendo definida, mas uma projeção para fins orçamentários".

A proposta do salário mínimo já havia sido reduzida em agosto, de R$ 979 para R$ 969.

Na última segunda-feira, dia 30 de outubro, o Ministério do Planejamento informou publicamente que o governo baixou novamente o valor do salário mínimo previsto para o ano de 2018. Todos os dados apresentados serão enviados para o Congresso Nacional como uma mensagem modificativa. Em outubro, o governo já havia divulgado uma previsão para o salário mínimo de 2018. Isso porque, segundo projeções apresentadas pelo Ministério do Planejamento, o valor original, que era de R$ 969,00 foi reduzido para R$ 965,00, uma queda de R$ 4,00. E a projeção do salário mínimo de 2018 ficou mais baixa. Para cumprir essa meta, junto seguirão as duas MPs. O valor menor ocorre devido a redução da previsão do Índice de Preços ao Consumidor (INPC).

Como o salário mínimo é definido? "É preciso tomar cuidado para não dar incorretamente a informação de que o governo está fixando o salário mínimo".

A outra adia do ano que vem para 2019 o reajuste de categorias de servidores públicos que ganham entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. A mensagem com a revisão do Orçamento prevê um ganho de R$ 14,5 bilhões, entre aumento de receitas e redução de despesas. Em contraponto, a expectativa de despesas também subiu, passando de R$ 1,32 trilhão para R$ 1,37 trilhão. Para 2017, a equipe econômica revisou a estimativa de inflação de 3,7% para 3,5%.

As medidas já haviam sido anunciadas quando o governo constatou que não ia conseguir fechar as contas do ano que vem.

Meirelles também destacou que, mantidas as previsões de ajuste fiscal projetadas pelo governo, a partir de 2021 o déficit primário será revertido, apresentando números positivos crescentes que deverão chegar a um superávit de 2,4% em 2026. Enquanto isso, no mesmo período, a dívida líquida subirá de 52,2% para 59,1% do PIB.

Já a estimativa do INPC (usado para cálculos de reajustes salariais), teve uma leve modificação em relação à proposta orçamentária em tramitação no Congresso, de 4,2% para 4,3%.

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