Fifa lança pôster oficial da Copa do Mundo com homenagem a Yashin

Fifa lança pôster oficial da Copa do Mundo com homenagem a Yashin

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que racismo não será tolerado na Copa do Mundo da Rússia, no ano que vem, acrescentando que árbitros terão o poder de parar ou até mesmo abandonar partidas caso aconteçam incidentes discriminatórios.

Infantino disse em um vídeo que antidiscriminação é uma "prioridade alta" para a Fifa, e que a organização irá lidar firmemente com ofensas.

No fim das contas, as regras anunciadas nessa segunda-feira determinam que necessariamente seis grupos da Copa terão duas seleções europeias, e as outras duas chaves restantes terão apenas um representante da Uefa.

Infantino, que foi eleito presidente da Fifa em fevereiro do ano passado, também disse que tecnologia terá uma grande função no torneio, embora uma decisão final sobre uso de árbitro assistente de vídeo (VAR) só vá ser tomada no próximo ano.

Infantino

VAR, que envolve funcionários assistindo a ação de forma remota e atraindo a atenção do árbitro correspondente para erros de ofício ou faltou incidentes sérios, já está em uso nas ligas de vôo superior da Alemanha e da Itália.

A tecnologia de linha do gol será usada durante a Copa da Rússia, acrescentou, tendo sido usada pela primeira vez na Copa do Mundo do Brasil, em 2014.

A Rússia também está envolvida em um escândalo de doping, e o vice-primeiro-ministro Vitaly Mutko minimizou a questão do doping entre os seus jogadores de futebol, dizendo que os relatórios sobre eles usando drogas que melhoram o desempenho foram uma tentativa de desacreditar o país. Com exceção da Europa, equipes do mesmo continente não podem se enfrentar na fase de grupos.

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