Produção de móveis sobe 6% em julho

Produção de móveis sobe 6% em julho

Linha de produção da fábrica da MAN em Resende, que produz caminhões e ônibus da Volkswagen.

Com relação a julho de 2015, o crescimento da produção industrial foi de 2,5% e nos primeiros sete meses do ano atingiu 0,8%, de acordo com o IBGE.

O resultado mensal de junho foi revisado para cima para mostrar alta de 0,2 por cento, contra estagnação divulgada anteriormente. É a maior taxa para uma comparação mensal desde junho de 2013. Nos últimos 12 meses a queda é de 3,1%, bem menos do que os 5,2% de queda verificados nos 12 meses encerrados em junho. A retração, porém, vem diminuindo mês a mês. Já em julho do ano passado, o recuo ao longo de doze meses era de 9,7%.

Em junho havia aumentado 1,5% sobre maio e em julho a alta foi bem maior: 6,02% na comparação com junho. Para o fim de 2017, a expectativa do mercado financeiro para o setor também é positiva, já que a projeção dos economistas é de alta de 1,3%. Mas entre rankings de maiores e menores cidades, um índice importante passou praticamente ignorado: em menos de uma década, o Brasil aumentou em 8,5 milhões o número de idosos. Esta é a quarta alta consecutiva do indicador nesse tipo de comparação.

Em seguida, a influência foi o segmento de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, com taxa de 1,9% (no mês anterior, tinha recuado 2%). "Há um perfil disseminado de crescimento", disse o coordenador da pesquisa no IBGE, André Macedo, acrescentando, no entanto, que a indústria ainda opera no patamar semelhante ao início de 2009 e longe do seu pico histórico.

Entre os 24 ramos pesquisados pelo IBGE, 14 apresentaram crescimento da atividade industrial, com destaque para os produtos alimentícios, que tiveram alta de 2,2 por cento, em expansão pelo terceiro mês seguido. Além deles, a alta foi puxada principalmente pelo crescimento dos produtos de bens de consumo semi e não-duráveis, que registraram 2%, de bens de capital, com 1,9%, e de bens intermediários, com 0,9%.

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