Donald Trump e presidente sul-coreano querem mais pressão sobre Pyongyang

Donald Trump e presidente sul-coreano querem mais pressão sobre Pyongyang

Os Estados Unidos fizeram a proposta da reunião, que se realiza durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque.

"Para aqueles. que comentaram a falta de uma opção militar, há essa opção", disse McMaster, acrescentando que não seria a escolha preferida da administração Trump. - Todas as opções estão sobre a mesa.

O que parece não preocupar o regime dirigido por Kim Jong-un, que tem vindo a tornar mais credíveis os seus programas de mísseis e nuclear.

As duas têm responsabilidades especiais, considerou Tillerson, a primeira por ser a maior fornecedora de petróleo a Pyongyang e a segunda por ser a maior empregadora da força laboral norte-coreana no estrangeiro. O projétil também sobrevoou o território do Japão e caiu nas águas do Oceano Pacífico, sem deixar vítimas. - Nenhum de nós quer isso, ninguém quer a guerra. Perguntei-lhe como está o homem-foguete.

No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-In, se comprometeram a aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte. "O Governo russo não só demonstrou a sua intolerância com os lançamentos ilegais como também a sua disponibilidade para resolver a situação na península coreana", sublinhou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia.

O uso de meios aéreos e navais dos Estados Unidos, durante exercícios militares, são encarados na Coreia como uma prova de força e são habituais desde o passado dia 31 de Agosto, altura em que foram enviados para a região os quatro caças F-35B e os dois bombardeiros B-1B. Segundo autoridades, manobras semelhantes vêm acontecendo duas ou três vezes por mês atualmente.

O encontro da ONU deve ter como um dos principais temas a crescente ameaça nuclear da Coreia do Norte.

O Comitê da Coreia para a Paz na Ásia-Pacífico, que lida com os laços externos e propaganda da Coreia do Norte, também pediu a dissolução do Conselho de Segurança, que chamou de uma "ferramenta do mal" constituída por países "subornados" que avançam sob ordem dos Estados Unidos.

O presidente sul-coreano destacou a importância de melhorar a capacidade defensiva do seu país, além de contar com o apoio das tropas norte-americanas. Kim Jong-un teria inspecionado pessoalmente o disparo.

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