Cueva pede desculpas ao São Paulo por briga com Rodrigo Caio

Cueva pede desculpas ao São Paulo por briga com Rodrigo Caio

O meia-atacante Cueva deu entrevista coletiva no São Paulo, nesta segunda-feira (11 de setembro), para esclarecer a rusga com o zagueiro Rodrigo Caio, com quem trocou cutucadas nos últimos dias. Mas quero falar que o erro foi meu. A equipe ocupa a 19ª colocação no Brasileiro, com 24 pontos. "Mostra que sabemos a situação em que estamos. O que falei com o grupo são coisas internas", declarou. Entendemos o torcedor. O São Paulo é grande, não vai cair. É difícil o jogador desempenhar o seu melhor.

A afirmação do peruano, que ficou no banco de reservas e só entrou no final da partida, fazia referência à entrevista coletiva do zagueiro, concedida durante a semana, na qual afirmava que Cueva precisava se ajudar.

O empate com a Ponte Preta em 2 a 2 no Morumbi já havia sido desastroso para o São Paulo diante da intenção de deixar a zona da degola e após a partida o clima esquentou. Apesar disso, a atividade comandada por Dorival Júnior com o grupo de jogadores foi iniciada depois das 17h. Cobrar para mim é quem fala as coisas diretamente e de boas maneiras. Rodrigo Caio e Cueva conversaram durante pouco mais de dez minutos aproximadamente, antes de a comissão técnica convocar um novo bate-papo entre todo o elenco e o diretor executivo de futebol, Vinicius Pinotti. Reverteremos a situação com trabalho. E todos juntos, como é o São Paulo. "Se vier uma proposta do exterior, isso vai ser tratado internamente".

Cueva disse que os problemas internos no São Paulo estão sendo resolvidos "como uma família", e disse que o time está motivado na luta contra o rebaixamento.

A titularidade de Cueva já não é algo pedido pelos torcedores, que inclusive tem manifestado sua insatisfação com o rendimento do peruano. "O São Paulo precisa de mim, de Rodrigo Caio, da torcida e de todos".

"Nos momentos bons no São Paulo, estávamos começando um ótimo ano, me cobravam na seleção, porque meu momento lá não era bom".

- Situação difícil. Acho que é muito pelo momento que a gente vive.

"A diretoria está sempre junto, dá o melhor, não deve nada, trabalhamos para um time grande, se preocupando não só com jogador, mas com a pessoa. Podem não achar isso importante, mas nós, jogadores, achamos", encerrou o meio-campista, que soma oito gols e seis assistências pelo clube em 2017.

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