China deve usar petróleo para pressionar Coreia do Norte, dizem EUA

China deve usar petróleo para pressionar Coreia do Norte, dizem EUA

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, qualificou nesta sexta-feira (15) como "manifesta violação" das resoluções do Conselho de Segurança o novo teste balístico feito pela Coreia do Norte.

Nesta sexta, o líder do país, Kim Jong-un, havia ameaçado "afundar" o Japão e "reduzir a cinzas e escuridão" os Estados Unidos por conta dessas novas sanções.

"As quatro ilhas do arquipélago devem ser afundadas no mar por uma bomba nuclear do Juche".

A China condenou o mais recente lançamento de míssil da Coreia do Norte e pediu "moderação" às partes envolvidas, em uma declaração da porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying. Analistas do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS) sugerem que a Coreia do Norte tenha adquirido motores movidos a líquidos propelentes de alta performance, em mercado clandestino na Rússia e Ucrânia. Segundo fontes militares sul-coreanas, ele teria voado por cerca de 3.700 quilômetros, a 770 quilômetros de altitude. "É um alcance que permite atingir Guam", disse Onodera sobre a base militar no Pacífico que fica a 3.400 km da Coreia do Norte.

Pyongyang/Washington O governo do Japão informou, ontem, que um míssil foi lançado da Coreia do Norte e passou sobre o território japonês.

"Está passando um míssil, está passando um míssil, provavelmente sobre Hokkaido em direção ao Pacífico".

O exercício aconteceu na véspera, em Taean, cerca de 150 quilômetros de Seul.

O chefe da diplomacia norte-americana convidou os dois países, membros permanentes do Conselho de Segurança, a mostrarem a sua "intolerância face a estes lançamentos imprudentes de mísseis". O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, também convocou uma reunião de emergência sobre o assunto. O texto impõe um embargo às exportações de gás para a Coreia do Norte, um limite para as vendas ao regime de petróleo e produtos refinados, assim como a proibição de importação de têxteis norte-coreanos.

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