Brasil registra criação de 35 mil vagas formais em agosto

Brasil registra criação de 35 mil vagas formais em agosto

Foi o quinto mês seguido de resultado positivo no trabalho formal, segundo as estatísticas oficiais. Em igual mês do ano passado, foram fechados 33.953 postos com carteira assinada.

Os detalhes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram apresentados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho.

O dado veio abaixo da expectativa de abertura de 50 mil vagas, segundo pesquisa Reuters feita com a analistas, mas representou a melhor performance para o mês desde 2014, quando foram abertas 101.425 vagas, na série sem ajustes. O pior aparece no setor agropecuário, onde os trabalhadores foram contratados para receber, em média, R$ 1.232,80.

As contratações foram puxadas pelos setores de serviços (23,2 mil), indústria (12,8 mil), comércio (10,7 mil), com desempenho positivo em todas as regiões do país.

Mesmo assim, a Paraíba figura entre os estados com maior número de crescimento junto a São Paulo, Santa Catarina, Ceará e Pernambuco.

Construção civil e agropecuária perderam 812 e 600 postos de trabalho com carteira assinada no estado. Entre os demitidos, o salário médio era de R$ 1.709,13.

Agosto é tradicionalmente um mês favorável ao emprego, marcando o início do ciclo de aquecimento da economia por conta das festas de fim de ano.

O estado Rio de Janeiro continua na contramão do restante do país e fechou, em agosto, 3,4 mil postos de trabalho.

A maior remuneração de admissão no mês de agosto, de R$ 2.144,89, foi verificada na administração pública. Apenas a indústria contratou, somando 660 novas vagas de trabalho formais. No mesmo período de 2016, haviam sido fechadas 651.288 vagas. Macaé foi o município que mais contratou formalmente no mês passado e abriu 682 vagas.

A capital foi a que mais demitiu, fechando 2.691 postos de trabalho.

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