IPCA acumulado em 12 meses tem menor taxa desde 1999: 2,71%

IPCA acumulado em 12 meses tem menor taxa desde 1999: 2,71%

Em julho, o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) teve alta de 0,24% em relação a junho, quando o país registrou sua primeira queda mensal de preços (-0,23%) desde 2006, apontou o órgão. Ou seja, não fosse esse resultado da energia, o índice teria ficado em apenas 0,04%.

Mais informações em breve.

Ainda em Habitação, houve aumento de 1,21% na taxa de água e esgotos, com aumentos em Goiânia e nas regiões metropolitanas de Fortaleza e Porto Alegre. Para 2017, o governo federal quer manter o índice em 4,5% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto, ou seja, variando entre 3% e 6%.

No mês passado, o grupo Alimentação e Bebidas, responsável por 25% das despesas das famílias, registrou queda - a terceira consecutiva - de 0,47%. O resultado foi influenciado pela entrada da bandeira tarifária vermelha (em junho, era verde), que adicionou R$ 2 a cada 100 Kwh consumidos.

Também colaborou, dentro do grupo transportes, o reajuste das tarifas dos ônibus interestaduais, que passaram a custar 2,15% a mais em razão do reajuste médio de 1,45% no valor das passagens a partir do dia primeiro de julho. Os bens e serviços monitorados responderam por um impacto de 0,31 ponto porcentual para a inflação do mês.

Por outro lado, os alimentos ajudaram a frear a inflação com uma deflação de 0,47% em julho.

"Os preços monitorados foram a principal contribuição para a inflação no mês", disse Fernando Gonçalves, analista de Índices de Preços do IBGE.

Em Campo Grande, dos nove grupos de produtos, seis registram queda de preços. É o caso do tomate (16,90%) e da cebola (11,70%) na comparação a junho.

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