Câmara vota Previdência até setembro, prevê Maia

Câmara vota Previdência até setembro, prevê Maia

Também estão presentes os ministros da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, e da Secretaria Geral, Moreira Franco, que integram a articulação política do Palácio do Planalto com parlamentares.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na última segunda-feira (7) que quer votar a reforma da Previdência até o início de setembro.

Para aprovar a PEC, são necessários 308 votos, mas Maia quer em torno de 330 deputados para colocar a proposta na pauta do plenário.

Em relação à reunião com investidores, Maia disse que reforçou a agenda de reforma com a qual está comprometido. Maia defendeu o debate sobre sugestões para reforma tributária.

Tributos - No caso da reforma tributária, um parecer prévio foi apresentado pelo relator, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), em fevereiro deste ano, e desde então o assunto está parado em comissão especial.

O deputado ainda tratou da revisão da meta fiscal. Assim como as MPs, as mudanças na legislação eleitoral contam com um prazo curto para apreciação.

As negociações fazem parte do plano do governo e da base aliada para garantir a aprovação da medida.

Ao falar sobre a criação do fundo para financiar as eleições de 2018, no valor de R$ 3,5 bilhões, constante da proposta de reforma política em discussão na Câmara, Rodrigo Maia disse que o ideal é que não tivesse a necessidade desse fundo e que as eleições fossem mais baratas. Esta é a primeira matéria que o governo espera ver aprovada.

Na volta do recesso parlamentar, Maia e Eunício anunciaram que, junto com a propostas de caráter econômico, projetos que tratem de segurança pública terão prioridade na tramitação. "O clima fica um pouco mais quente do que o que deveria, mas eu acho que, na média, entendo que a Câmara cumpriu bem o seu papel", disse. Maia também gravou vídeo sobre a questão da segurança do Rio, e postou nas redes sociais da Presidência da República, dizendo que os índices de violência, com a ação federal, "estarão diminuindo brevemente no Rio de Janeiro".

Ller este